terça-feira, 31 de março de 2009

Deve usar chupeta ou não?

Chupeta or not chupeta?

Pra mim a pergunta é retórica. Não chupei chupeta e nunca pensei em dar pra um filho. Pra outras tantas também não há dúvida, "pacifiers", como se diz em inglês, são ótimas pra acalmar os recém-nascidos e não há motivo para questionar o uso. Mas como brincou a Ana Carmen, a questão é bem polêmica.O Ministério da Saúde adverte: "a criança que mama no peito não necessita de mamadeira, bico ou chupeta. O uso de mamadeira, bico ou chupeta prejudica a amamentação e seu uso prolongado prejudica a dentição e a fala da criança".

Mas na madrugada em que o Lucas completava um mês de vida eu entendi que quem precisa de chupeta não é a criança. São os pais. Depois de um dia de sucção desesperada eu me sentia exausta, não aguentava mais o bebezinho plugado em mim. Estava sem forças, sem paciência e lembrei de uma solução mágica pro meu problema: chupeta! Deixei o bebê urrando com o pai e fui até a farmácia buscar o provável alívio. O caminho foi duro. Durante a gravidez e naquele primeiro mês tinha repetido aos quatro ventos que chupeta é fonte de contaminação, que atrapalha a dentição e a fala, que pode trazer problemas afetivos e muitas outras coisas que você encontra ao digitar "chupeta + malefícios" num buscador. Desabafei com a farmacêutica de plantão e ela, muito solidária, disse que também não imaginava sua vida se a filha não usasse chupeta e me indicou um modelo ortodôntico. Em casa, ao abrir a embalagem, li o alerta do Ministério da Saúde em voz alta. "Então não dá!", disse o Sergio. "Mas eu não aguento mais...", eu chorava. Fervemos a dita e ele a encostou na boca do bebê que cuspiu sem chegar a provar, "Ele não quer", defendeu o pai. Eu concordei, voltei a dar o peito e assim dormi o resto da noite, acordando com resmungos do Lucas sempre que o peito escapava. E nunca mais chupeta foi assunto em casa. Mas e mães menos disponíveis? Que trabalham fora de casa, têm outros filhos, ou simplesmente não estão a fim de dar o peito por horas? A chupeta, usada com critério e reflexão, pode ajudar mais que atrapalhar. Vocês não acham?



Fonte: Planeta Sustentável (Site brasileiro)

quinta-feira, 12 de março de 2009

Avós no Jardim


Temos o prazer de convidar os Avós, das crianças que frequentam a nossa Creche e Jardim, para desenvolverem uma actividade que considerem interessante (cantar, contar uma história, fazer um desenho, organizar um pequeno teatro, falar da profissão que têm ou tiveram…).
Estamos certos de que todos (as crianças, os avós e nós) iremos gostar.
Serão momentos de partilha inesquecíveis, entre gerações.

segunda-feira, 9 de março de 2009

sábado, 7 de março de 2009

Saúde Infantil: visão


O doutor Fernando Lopes, no suplemento «Saúde Pública» do semanário Expresso, chama a nossa atenção para o facto de cerca de 25% das crianças em idade escolar terem problemas visuais.
O especialista aconselha exames oculares logo ao nascer, aos seis meses, entre os 2 e os 4 anos (fase da pré-alfabetização). Segundo o médico, «O exame oftalmológico da criança é extremamente importante, pois, estima-se que até 10% das que se encontram em idade pré-escolar e cerca de 25% dos menores em idade escolar têm problemas visuais.»

Conselhos:

- Examinar a criança antes de iniciar qualquer ano escolar,

- Consultar um especialista, sempre que seja detectada qualquer anomalia nos seus olhos (olhos vermelhos, secreção, pupila branca ou sem reflexo, lacrimejo constante, olhos brancos, estrábicos ou esbranquiçados, suspeitas de alteração visual se a criança se aproxima da televisão ou de livros, pestaneja frequentemente…)


Nota importante: uma criança que vê mal pode tornar-se desinteressada e com deficiente aproveitamento escolar. Quando estiverem presentes dificuldades na aprendizagem, leitura ou escrita, os seus olhos devem ser examinados para excluir uma causa visual.